Tour virtual Egito: 12 passeios para você se aventurar
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Sim, é completamente possível! Tóquio e Kyoto têm sinalização em inglês na maior parte dos locais turísticos, metrôs e aeroportos. Muitos restaurantes têm cardápios com fotos ou modelos de plástico das refeições nas vitrines, o que facilita muito a escolha. Aplicativos de tradução com reconhecimento de câmera — como o Google Translate — são aliados indispensáveis para ler menus e placas em japonês. E os japoneses, mesmo sem falar inglês, são sempre dispostos a ajudar com gestos, mapas e toda a boa vontade do mundo.
Cidadãos de muitos países têm a vantagem de não precisar de visto para visitar o Japão por até 90 dias. Basta ter um passaporte válido, comprovante de passagem de volta e, em alguns casos, comprovante de acomodação. É sempre recomendável verificar as regras de entrada atualizadas no site da embaixada japonesa antes da viagem, já que as normas podem sofrer atualizações.
O Japão oferece excelentes opções de conectividade para turistas. As mais populares são o aluguel de um pocket wifi — um pequeno roteador portátil que você retira no aeroporto e devolve na saída — e os cartões SIM de dados pré-pagos para turistas, disponíveis em lojas de aeroporto e conveniências. Ambas as opções oferecem conexão rápida e estável em praticamente todo o país. O Wi-Fi gratuito também está disponível em shoppings, cafeterias e muitos pontos turísticos.
O Japão tem uma série de costumes que vale a pena conhecer para aproveitar melhor a viagem e respeitar a cultura local. Remova os sapatos ao entrar em casas, templos e alguns restaurantes tradicionais. Não fale ao telefone dentro dos trens e metrôs. Nas escadas rolantes, fique à esquerda para deixar o lado direito livre para quem tem pressa (em Osaka, é o contrário!). Palitos de hashi nunca devem ser fincados na vertical dentro do arroz — isso remete a rituais fúnebres. E receba qualquer coisa com as duas mãos — cartões, presentes, troco — como sinal de respeito.
Apesar de estar se modernizando rapidamente, o Japão ainda é um país bastante orientado ao dinheiro físico (cash). Muitos restaurantes tradicionais, templos e estabelecimentos menores aceitam apenas dinheiro em espécie. Os caixas eletrônicos dos Correios japoneses (Japan Post) e os da rede 7-Eleven aceitam cartões internacionais e são os mais recomendados para saques. Ter ienes em mãos ao longo de toda a viagem é sempre uma garantia de tranquilidade para qualquer situação.
Depende do que você quer viver. A primavera (março a maio) é a estação mais desejada, com as cerejeiras em flor transformando a cidade num cartão-postal real. O outono (setembro a novembro) oferece folhagens vermelhas e amarelas igualmente lindas, com temperaturas mais amenas. O verão é quente e úmido, mas cheio de festivais. O inverno é frio e seco — ideal para quem quer fugir das altas temporadas e pagar menos.
O metrô é a melhor forma de se locomover pela cidade. A rede conta com 13 linhas operadas por duas empresas — Tokyo Metro e Toei Subway — e cobre praticamente todos os pontos turísticos. O segredo é comprar um cartão recarregável Suica ou Pasmo na chegada: ele funciona em todas as linhas de metrô, trens e até em muitas lojas. A tarifa varia conforme a distância percorrida, e nas horas de pico (7h–9h e 17h–19h) os vagões ficam bem cheios.
Tóquio oferece opções para diferentes orçamentos. É possível fazer refeições deliciosas por preços acessíveis em restaurantes de ramen, teishoku ou até em lojas de conveniência (konbini). A hospedagem também varia bastante: hostels e hotéis cápsula são mais econômicos, enquanto hotéis de luxo têm preços mais altos. O transporte público, especialmente o metrô, é eficiente e relativamente acessível. O maior custo geralmente é a passagem aérea de ida e volta.
Nos principais pontos turísticos, hotéis e grandes restaurantes, você encontra funcionários que falam inglês ou pelo menos entendem o básico. Em estabelecimentos menores e bairros menos turísticos, o japonês domina. O Google Translate com a câmera é um salva-vidas para ler menus e placas, e baixar aplicativos de tradução offline antes de embarcar é uma excelente precaução.
Sim, Tóquio é considerada uma das cidades mais seguras do mundo. Casos de furto e violência contra turistas são extremamente raros. É comum ver carteiras e celulares esquecidos em mesas de café sem que ninguém toque. Você pode caminhar à noite com tranquilidade, inclusive sozinho. Respeitar as normas sociais locais — como o silêncio no metrô e a etiqueta em templos — contribui para uma experiência ainda mais positiva.
Sim. A cidade conta com uma rede de metrô e trens moderna e eficiente que conecta os principais pontos turísticos. Um cartão de transporte recarregável torna os seus deslocamentos ainda mais práticos.
Sim. Pela sua localização central na região de Kansai, Osaka permite que você chegue com facilidade a cidades vizinhas como Kyoto, Nara e Kobe, todas a uma curta viagem de trem.
Osaka é conhecida principalmente pela sua gastronomia incrível, pela energia vibrante das suas ruas e por marcos históricos como o Castelo de Osaka. A cidade também é famosa pela simpatia dos seus moradores e pela animada vida noturna em Dotonbori.
Entre os pratos imperdíveis estão o takoyaki (bolinhas de polvo), o okonomiyaki (panqueca salgada na chapa) e o kushikatsu (espetinhos empanados e fritos). A comida de rua do bairro de Dotonbori é uma ótima maneira de provar várias dessas delícias.
Para conhecer os principais pontos turísticos de Osaka, 2 a 3 dias costumam ser suficientes. Já uma estadia de 4 a 7 dias proporciona uma experiência mais completa, com tempo para explorar diferentes bairros, descobrir a gastronomia local e visitar destinos próximos na região de Kansai, como Kyoto, Nara e Kobe.
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