Informações Gerais sobre o Marrocos

O Marrocos tem sido influenciado por várias civilizações desde a antiguidade. Cada uma delas deixou seu legadoo. Isso produziu uma herança histórica incomparável. A variedade de paisagens marroquinas é incrível. Você se move de cimeiras para planícies, da vegetação mais verde para a aridez mais completa. Conheça mais sobre este incrível país.

Marrocos é um país com um misto de tradição berbere e árabe, situado no Norte de África. Veja nesse post algumas informações Sobre Marrocos. 

Um livro de histórias 
O país é uma antiga nação carregada de uma rica história - berberes, cartagineses, fenícios, romanos, vândalos e bizantinos precederam os árabes, fazendo de Marrocos uma encruzilhada geográfica, histórica e cultural.


A terra dos sonhos 
O Marrocos é um país de sonhos; é um mundo de fábulas, de histórias dos reinados das mil e uma noites com suas danças e comidas exóticas. É uma terra rica em cultura, arte, tradição, artesanato, beleza cênica e lendas. Marrocos nos encanta, ainda, por sua história, seus costumes e sua gente.

 

A lenda de Hércules
Os Gregos denominavam o estreito de Gilbratar por estreito de Hércules pois, segundo a lenda grega foi criado por um golpe de espada do herói grego Hércules, na luta contra o gigante Anteo, que dominava a região de Tanger. Desta forma Hércules separou a Europa da África. A lenda também atribui a Hércules a criação das famosas grutas de Hércules, na costa do Atlântico (onde hoje fica a cidade de Tânger), local no qual o herói descansou após realizar seus doze trabalhos.


Paisagens encantadoras
Nas paisagens belíssimas a montanha se mescla com o mar e nos encantam com uma beleza natural esplêndida. Rios, oásis, bosques e  deserto são de uma beleza indescritível, e seriam o bastante para encantar qualquer visitante.

 

As bênçãos do Deserto
Conta uma lenda que Deus doou ao Arcanjo Miguel um saco de areia para distribuir pelo mundo, para que ele criasse as praias, as dunas e os desertos. Miguel  começou a construir as praias e o mundo estava cada vez mais lindo. Porém, quando o diabo viu as belezas que Miguel estava criando furou o saco e toda areia caiu onde vivem hoje os árabes. Deus para recompensar o povo árabe por viver em terras que se tornam não cultiváveis devido ao vento, deu ao árabe o turbante, que vale mais que a coroa de um rei, pois serve para proteger a cabeça do sol. E deu a tenda ao nômade, o que vale mais que um palácio, pois pode ser transferida de um local para o outro, de acordo com o tempo, o que garantiu a sobrevivência do povo.
O deserto é um lugar mágico. Segundo a tradição todo homem deveria ir ao deserto para encontrar sua alma, a sua verdade individual, pois ele simboliza, também, o vazio. No deserto Moisés recebeu os dez mandamentos e Jesus venceu os demônios internos. No deserto pode-se aprender a arte de descansar e de descobrir nossas riquezas interiores. A caminhada sobre a areia macia é prazerosa e sempre nos dá a ilusão de poder atingir um horizonte, pois o deserto, ao contrário da existência, possui um horizonte onde o sol nasce e um horizonte onde o sol se põe.  Sente-se no topo das dunas para apreciar o pôr do sol e em seguida deleite-se com o céu que fica completamente iluminado pela luz das estrelas. Assim é Marrocos, um país de fantasia.

Passaporte
Para a viagem é obrigatório ter um passaporte válido, recomenda-se que o passaporte tenha no mínimo 6 meses de validade a contar da data de retorno.
 
Visto
Cidadãos dos seguintes países não precisam de visto: Argentina - Austrália - Austri - Bélgica - Brasil - Bulgária - Canadá - Chile - Chipre - República Checa - Dinamarca - Estónia - Finlândia - França - Alemanha - Grã-Bretanha - Grécia - Hong Kong - Hungria - Islândia - Indonésia - Irlanda - Itália - Japão - México - Holanda - Nova Zelândia - Noruega - Portugal - Roménia - Rússia - Singapura (Singapura nacionais podem ficar até um mês sem visto) - Coreia do Sul - Espanha - Suécia - Suíça - Turquia - Estados Unidos da América - Venezuela.

 

Validade
O prazo máximo de uma visita turística é de 90 dias. 
 
Embaixada
Ao se preparar para sua partida, observe os detalhes de contato da sua embaixada e os consulados regionais. Você poderá renovar seus papéis  em caso de perda e obter todos os tipos de conselhos (saúde, segurança, etc). Em geral, todos os serviços diplomáticos têm um número de emergência a ser chamado . Na maioria das vezes um departamento administrativo será capaz de ajudá-lo, mesmo em caso de uma emergência. Confira o site da Embaixada do Brasil no Marrocos para maiores informações:  http://www.marrocos.com/legalidades/embaixada-brasil-marrocos/

Terra de todos os sons e cheiros, Marrocos e uma experiência verdadeiramente sensorial. A medina de Fez, a ciidade imperial  de Meknés, as Souks (feiras) de Marrakech, a cidade azul de Chefchaouen, nas montanhas do Rif, o Alto Atlas, a garganta de Todra e o vale de Dra, a pitoresca cidade costeira de Asilah, Essaouira, as ruínas romanas de Volubilis, Merzouga e as dunas  de Erg Chebbi, ou o Ksar de Ait Bnhaddou – motivos de sobra para que você vivencie Marrocos.

Marrocos é uma nação rica em história. Antes dos berberes, cartagineses, romanos, vândalos, bizantinos, o país foi habitado por homens que deixaram as suas marcas pintadas nas paredes das rochas do Atlas. 

Origem do Nome
O próprio nome "Marrocos" surge, presumivelmente, durante a dinastia que governou o país entre 1554-1659. Este nome é o resultado da contracção do nome da cidade de Marraquexe, a principal das suas capitais.

A chegada dos árabes
Os árabes chegaram a Marrocos em três vagas: os conquistadores dos séculos VII-VIII, os do século XII, da etnia Beni Hilal com origem na Arábia e finalmente os grupos dos séculos XII-XIV, liderados pela etnia Beni Maqil. Estes três grandes grupos dividiram-se naturalmente em muitas tribos.

História do Marrocos
O verdadeiro início da história de Marrocos regista-se com o Islamismo que, além de permitir a criação de um Estado, introduziu a língua árabe, a língua da religião e, automaticamente, o instrumento de comunicação e cultura. O Marrocos foi rapidamente convertido ao islamismo, no entanto,  muito mais tarde foi arabizado.

O fundador da nação marroquina, Idriss I, conseguiu formar um estado independente dos dois pólos mais importantes do mundo muçulmano da altura, Bagdad e Córdoba. A unidade nacional entre os dois componentes humanos de Marrocos foi simbolicamente selada quando Idriss casou com Kenza, a filha do chefe berbere, que vivia na região Oualili (Volubilis).

Em 809, o seu filho Idriss II criou a primeira capital de Marrocos em Fez, onde foi construída a universidade mais antiga do mundo islâmico, a Qaraouyine.

No passado, as fronteiras de Marrocos ultrapassavam largamente as atuais, tanto a Leste como a Sul. Desfalcada das suas províncias Subsaarianas durante a partilha colonial, Marrocos recuperou a independência em 1956, tomando posse do Sahara, reafirmando assim a sua unidade nacional.

País de identidade plural, Marrocos prepara-se agora para caminhar rumo à modernidade, sem perder a sua alma: árabe, berbere, saraui, africana e ocidental.

Para se ter uma idéia o Marrocos tem suas origens em civilizações pré-históricas começando com o período Paleolitico Inferior (Acheulense) cuja civilização em Marrocos é conhecida pelo menos há mais de um milhão de anos. As grandes descobertas que foram feitas deste período situam-se na região de Casablanca Carrière Thomas, Oulad Hamida, Sidi Abderrahman . As ferramentas característica deste período são compostas por seixos, bifaces, cutelos e núcleos.

O Paleolítico Médio

O Paleolítico Médio é conhecido em Marrocos, em diversas regiões cuja ocupação se situa entre os 200 mil anos e 30.000 anos antes da era cristã. Entre os locais de referência para esta civilização é citado: Jbel Irhoud, as grutas da costa atlântica, Dar Soltane 2, a gruta de El el Zouhrah Harhoura Mnasra 1 e 2) Taforalt, Rafas, Ifri n’Ammar??. As ferramentas características deste período são os: raspadores e as setas moustierenses.

O Paleolítico Superior

Cerca de 21 mil anos antes da era cristã, desenvolveu-se na região que hoje é Marrocos, a cultura Iberomaurusiana, que é caracterizada principalmente por ferramentas em forma de lâminas e pás geométricas e diversificadas bem como muita indústria óssea. As práticas funerárias desta civilização são bastante avançadas e são na sua maior parte marcadas pela extracção de dentes e pelo uso de corantes nos enterramentos. Entre os locais importantes, que produziram evidências físicas dessa cultura, podemos citar a gruta deTaforalt , na região de Oujda.

O Neolítico

O Neolítico é conhecido em Marrocos por volta de 6000 aC. Esta civilização é caracterizada pelo surgimento da agricultura, do sedentarismo, da domesticação, do fabrico de cerâmica e ainda pela utilização de machados de pedra. Vários sítios mostraram níveis pertencentes a esta cultura, tais como: Kaf Taht el Ghar , Ghar Kahal, Boussaria , as grutas de El Khill e a necrópole de Rouazi Skhirat.

A idade dos Metais

Este período é conhecido por volta de 3000 aC. As características destas civilizações, que se iniciam com o Calcolítico, são principalmente as taças e a cerâmica da Idade do Bronze, incluindo um nível de cerâmica negra documentado em algumas grutas no norte de Marrocos bem como na camada mais baixa de alguns outros sítios arqueológicos.

Antigas Civilizações

Os fenícios

A tradição literária dos relatos de Plínio, o Velho, marca o início da presença fenícia na costa marroquina no final do século XII aC, sendo, Lixusa primeira fundação no Ocidente desta civilização. No entanto, os vestígios arqueológicos da ocupação fenícia não ultrapassam o primeiro terço do século oitavo. Além de Lixus, Mogador, é tida como a ocupação mais ocidental deste período fenício.

Recentes pesquisas enriqueceram o mapa de Marrocos nesta época pela descoberta de novos sítios, particularmente na costa do Mediterrâneo.

Período Púnico

No século V aC. o explorador cartaginês Hannon empreendeu uma viagem ao longo da costa de Marrocos, durante a qual fundou várias colónias. A influência cartaginesa é sentida através dos ritos funerários e pela difusão da língua púnica. A partir do século III aC, a cidade de Volubilis é governada por um conselho de sufetas (magistrados) a exemplo do que acontecia em Cartago.

Período Mauritaniano

A primeira menção de um rei mouro remonta à Segunda Guerra Púnica, em 206 aC. quando o rei Baga garantiu ao rei Massinissa uma escolta de 4000 cavaleiros. A história deste reino começa a desenvolver-se no final do segundo século aC com o avanço dos interesses de Roma nesta parte de África. Em 25 aC, Roma colocou o príncipe Juba II como chefe do reino. Após o assassinato do rei Ptolomeu, pelo imperador Calígula em 40 dC, o reino da Mauritânia foi anexado ao Império Romano.
 
A época romana

Após a criação da província da Mauritânia Tingitane, Roma empreendeu um amplo programa de desenvolvimento urbano (Tamuda, Tânger, Zilil, Banasa, Thamusida, Volubilis, Sala ...) criando também inúmeros novos centros com presença militar. Naquela época, Marrocos registrou uma significativa abertura económica nas suas rotas comerciais com o Mediterrâneo. Em 285, a administração romana retirou-se da parte sul da província (Loukkos) mantendo apenas dois núcleos: Salé e Mogador. A partir do século V, a província inteira foi evacuada.

As dinastias islâmicas

Os Idríssidas
Ao contrário das províncias e distritos do leste, a islamização de Marrocos não foi fácil e demorou quase meio século (de 647 a 710). Após a conversão da população local, nasceu um sentimento social que defendia, a separação política da tutela dos califas do Oriente. Estas tentativas traduziram-se em 788, no aparecimento da primeira dinastia islâmica de Marrocos, os Idríssidas. O homem que esteve por de trás desta conquista política foi o sherif Idris ibn Abdallah, um descendente do profeta. Escapou do massacre realizado pelos Abássidas após a batalha de Fakh, perto de Meca (786), e estabeleceu-se em Walili (Volubilis). Apoiado pelos Awraba, aos quais se juntaram outras tribos Amazigh, Abdallah começou a criar um verdadeiro reino. Aos poucos conquistou Tamesna (região de Salé) Fazaz (região de Azrou-Aïn Leuh), e Telemcen. O imam Idriss morreu em 791 assassinado por um emissário do califa abássida. O seu filho, Idriss II, nascido dois meses depois, foi formalmente reconhecido com a idade de 12 anos. Muito cedo mostrou afinidades políticas. Fundou a cidade de Fez  e estendeu o seu poder sobre todo o território. Pela primeira vez as tribos Amazigh (berberes) foram unidas sob uma única autoridade muçulmana.

Os Almorávidas
O reinado dos Idríssidas não durará muito tempo após a morte do seu fundador. O imponente mas frágil reino será dividido entre o seu filho e os seus sucessores. A dinastia enfraquecida abre uma oportunidade para que as potências regionais da época, os Fatímidas de Ifriqiya e os Omíadas da Andaluzia exerçam a sua autoridade sobre o país. No século XI aparecem em cena os Sanhaja berberes nómadas do distante sul. Ricos e organizados, começaram uma série de expedições em nome da fé, e, chegam mesmo a estabelecer um Estado, cuja capital foi Marraquexe, em 1069. Após a luta entre os governantes muçulmanos das províncias da Andaluzia e da ameaça representada pelos reis cristãos, os Almorávidas, liderados por Yusuf ibn Tachafine, intervieram na Península Ibérica em 1086. Desta forma, uma nova era de relações estreitas entre a Peninsula Ibérica muçulmana abre-se no Magrebe.

Os Almóadas
A dinastia almóada teve a sua célula originária na aldeia de Tinmel na parte ocidental do Alto Atlas. É o reformador espiritual Mahdi ibn Toumert que a partir de 1125, começa a organizar um movimento de protesto iniciando uma guerra contra os Almorávidas. Partindo desde as montanhas do Alto Atlas, o grande conquistador Abd al-Ali Ibn Moumen irá começar a conquista de Marrocos a partir de 1130. A conquista durou quase 17 anos até à queda da dinastia dos Almorávidas.  Fizeram a sua capital em Marrakech em 1147 . Com todos os muçulmanos almóadas, a Andaluzia, é unificado pela primeira vez dentro de um único império. Esta unidade promoveu o desenvolvimento de uma grande civilização que é agora considerada como a época dourada do grande Marrocos medieval.

Os Mérinides

Berberes originários dos territórios orientais de Marrocos sucederam aos Almóadas em 1269. O legado do seu antecessor foi muito pesado para gerir e manter, e acabaram por concentrar os seus esforços somente no território marroquino. A dinastia governou dois séculos. O fim de seu reinado foi marcado pela fragmentação do país em dois reinos: o de Fez e o de Marraquexe,  por um lado, e a ocupação de lugares estratégicos, por portugueses como, Ceuta 1415, Ksar Seghir 1458, Arzila, Tânger 1471 e Melilla, em 1497.

Os Saadianos

A recuperação das terras perdidas e a necessidade de um governo central unificador foram os motivos imperiosos que levaram ao surgimento da dinastia saadiana. Originários do sul de Marrocos, esta dinastia é marcada pela confrontação com os exércitos portugueses de ocupação. Adquiriram assim uma legitimidade que os irá confirmar como uma dinastia em ascenção. Cerca de 1525 conquistam Marraquexe inaugurando uma série de sucessos militares que serão confirmados com a tomada de Fez em 1554. A sua impressionante vitória sobre os portugueses na batalha de Wadi el Makhazine (Batalha dos Três Reis ou Alcacer Quibir) em 1578, ressoou por toda a Europa levando Marrocos a retirar um grande benefício económico. A morte do monarca Ahmed el Mansour em 1603 prenunciou a queda da dinastia devido às lutas fratricidas pelo poder dentro da família


Os Alauítas

O vácuo político deixado pelos saadianos durou quase 60 anos. Durante este período o país foi dividido em pequenas entidades políticas regionais relacionadas entre si como o principado do Tazerwalt Sub. Em 1664 o príncipe Moulay Rachid, lançou uma campanha bem sucedida para a reunificação do país e fundou a dinastia alauíta. O seu reinado durou 50 anos e foi caracterizado pela construção de uma ordem política e social. Depois dele, a dinastia continuou até o protectorado francês instaurado em 1912. Através da luta do rei Mohammed V e do povo marroquino o país conquistou sua independência em 1956. Assim começou uma nova era sob o signo da unificação e de reconstrução do país. A dinastia alauíta ainda reina em Marrocos sob a égide do atual monarca o Rei Mohamed VI.
 

Existem diferentes tipos de acomodações no Marrocos. Cada uma mostra o país em uma nova luz. Há sempre opções para todos os gostos e bolsos. Os locais podem variar, desde resorts até acampamentos.
 
Hotéis e riads
Nas principais cidades do país existem numerosos estabelecimentos em todas as categorias oferecendo uma grande variedade de opções. Conforto e qualidade de acolhimento pode ser esperada em qualquer deles. Sem mencionar os riads, as casas tradicionais em torno de um pátio, que foram remodeladas como hotéis, onde você pode encontrar o melhor da arte marroquina. Nesta terra de tradições, hospitalidade continua a ser um valor fundamental. 
 
Viagens Autênticas
Hospitalidade marroquina é confirmada pela recepção reservada para os viajantes em alojamento privado e b&b. Seja na cidade ou no campo, este tipo de acomodação lhe permitirá conhecer melhor a vida local. Os alojamentos privados e b&b são maravilhosamente autênticos. Passar um par de noites em um desses estabelecimentos é uma experiência inesquecível. 
 
Acampamento em Marrocos
É sem dúvida uma experiência única, a partir dos melhores spots de surf e praias tranquilas, o contato com a população local é sempre quente. Cerca de 90 parques de campismo estão disponíveis em todo o país. A maioria está localizada em ambientes naturais: praias, clareiras e áreas arborizadas. Alguns oferecem alojamento em bangalô ou numa tenda tradicional. Eles tem, frequentemente, pequenos restaurantes e lojas em geral.
Perguntas Frequentes
Preciso de visto para o Marrocos?
Brasileiros não precisam de visto para o Marrocos.
Qual a melhor época para visitar o Marrocos?
As melhores épocas são na primavera (de Março a Maio) e no outono (de Setembro a Novembro). Temperaturas mais amenas que vão permitir você desfrutar melhor das atrações marroquinas.
Qual o idioma do Marrocos?
No Marrocos o idioma oficial é o árabe, em seguida vem o berber. Outro idioma predominante é o francês. Nas regiões turísticas é comum ouvir outros idiomas.
Gorjeta é obrigatória? Quanto devo pagar?
Dar gorjetas é uma prática comum no Marrocos, simboliza a sua gratidão por um determinado serviço que recebeu. Não é algo obrigatório, mas se quiser pagar gorjetas, dê aquilo que acha sensato.
Terei que barganhar?
A barganha é cultural no Marrocos, negociar os preços dos produtos e quanto você quer pagar por eles faz parte da vivência marroquina. Mas se você não quer barganhar, há lojas que já vendem produtos com preços tabelados.
Devo tomar precauções em relação à saúde?
Os turistas podem enfrentar alguns problemas de saúde em Marrocos, como alguns distúrbios gástricos causados por beber água da torneira ou comer de um restaurante local que não foi recomendado por seus guias turísticos ou a recepcionista do hotel. Alguns viajantes podem sofrer queimaduras solares ou insolação do calor e do sol durante o verão se não forem cuidadosos; no entanto, tomar as devidas precauções e beber água engarrafada pode eliminar qualquer risco para a saúde.
Como se vestir no Marrocos?
É recomendado usar roupas modestas, especialmente quando for visitar locais religiosos.

Dicas
  • A moeda do Marrocos é o Dirham (MAD). A moeda para o Marrocos foi emitida pelo Banco de Al-Maghrib, que é o banco central de Marrocos.
  • Os principais idiomas dos marroquinos são o inglês e o francês, eles também falam ou entendem inglês. Alguns marroquinos outros idiomas como italiano, espanhol e alemão.
  • Brasileiros não precisam de visto para entrar no Marrocos.
  • Gorjetas é considerada habitual em Marrocos. No entanto, você não é obrigado a pagar.
Destaques
  • Marrocos é famoso por sua diversidade geográfica, desde as belas praias de Agadir até as pistas de esqui de Oukaimeden
  • Marrocos tem uma longa faixa de montanhas quando vista do céu, que vai de leste a oeste antes de alcançar as areias da Mauritânia.
  • Os vários tipos de habitat contribuíram para a diversidade de culturas que enriqueceram a identidade marroquina.
  • O Instituto Real da Cultura Amazigh foi criado em 17 de outubro de 2001. Desde então, Berber foi considerado uma língua oficial.
  • Em Fez, visite a Medina, o distrito de Tanners, o Santuário de Moulay Idriss II e a Mesquita Kairouine.
  • Meknes, é uma das mais belas e poderosas cidades imperiais do Marrocos.
  • Marrakech, é uma pérola polida pela história e sua tradição de hospitalidade.
  • Casablanca, lar de mil pequenos ofícios de artesanato e é a vitrine da arquitetura art déco.
Opiniões